Entrei no quarto, e suspirei de alívio. Eu não conseguia mais parar de pensar nele.. eu não conseguia mais segurar o choro, e as lágrimas foram caindo.. Eu não conseguia mais parar de pensar no beijo dele, de pensar naquele sorriso, naquela voz, no toque.. de pensar naquela noite em que tudo começou. E infelizmente, de pensar nele beijando outra boca, acariciando outro corpo, outra pessoa. Eu queria que ele pudesse ser meu, meu e de mais ninguém. Eu queria poder acordar vendo aqueles olhos todo santo dia e nunca enjoar. Eu queria poder ser tudo pra ele, ser seu chão, seu ar. Eu queria poder sempre estar do lado dele pra tudo, e que ele estivesse sempre do meu lado, pra sempre. Eu estava tão certa do meu amor por ele agora, de toda a minha adoração, eu estava certa de que era ele que eu queria.. de que ele tinha que ser meu, e que eu não descansaria até podê-lo chamá-lo de meu, pra sempre. Olhar para ele era a mesma coisa de um cego vendo o mar e as estrelas pela primeira vez, a adoração era a mesma. Ele era a paz que eu queria pra mim, tudo o que eu podia procurar em alguém, eu pude encontrar nele. E eu não via mais a utilidade de viver se não fosse pra poder senti-lo, beijá-lo, vê-lo e amá-lo.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Entrei no quarto, e suspirei de alívio. Eu não conseguia mais parar de pensar nele.. eu não conseguia mais segurar o choro, e as lágrimas foram caindo.. Eu não conseguia mais parar de pensar no beijo dele, de pensar naquele sorriso, naquela voz, no toque.. de pensar naquela noite em que tudo começou. E infelizmente, de pensar nele beijando outra boca, acariciando outro corpo, outra pessoa. Eu queria que ele pudesse ser meu, meu e de mais ninguém. Eu queria poder acordar vendo aqueles olhos todo santo dia e nunca enjoar. Eu queria poder ser tudo pra ele, ser seu chão, seu ar. Eu queria poder sempre estar do lado dele pra tudo, e que ele estivesse sempre do meu lado, pra sempre. Eu estava tão certa do meu amor por ele agora, de toda a minha adoração, eu estava certa de que era ele que eu queria.. de que ele tinha que ser meu, e que eu não descansaria até podê-lo chamá-lo de meu, pra sempre. Olhar para ele era a mesma coisa de um cego vendo o mar e as estrelas pela primeira vez, a adoração era a mesma. Ele era a paz que eu queria pra mim, tudo o que eu podia procurar em alguém, eu pude encontrar nele. E eu não via mais a utilidade de viver se não fosse pra poder senti-lo, beijá-lo, vê-lo e amá-lo.
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